Activar/desactivar usuário e senha na jmx-console
Posted in Software Livre, Truques e Dicas on May 7th, 2009jmx-console
A jmx-console é umha ferramenta para controlar o funcionamento do JBoss. Com ela podemos configurar variáveis, mudar valores e até parar e arrincar o JBoss.
Num dos servidores web que administro tinhamos um JBoss a rodar mas sem nenhum tipo de controlo de acceso, o que é um importante erro de segurança porque qualquer pessoa com acceso à rede na que está o servidor poderia accesar à dita consola.
Para amanhar isto devemos editar os seguintes ficheiros:
1. /jboss/server/default/deploy/jmx-console.war/WEB-INF/jboss-web.xml
<jboss-web>
<!-- Uncomment the security-domain to enable security. You will
need to edit the htmladaptor login configuration to setup the
login modules used to authentication users.
<security-domain>java:/jaas/jmx-console</security-domain>
-->
</jboss-web>
e descomentamos
<jboss-web>
<!-- Uncomment the security-domain to enable security. You will
need to edit the htmladaptor login configuration to setup the
login modules used to authentication users.
-->
<security-domain>java:/jaas/jmx-console</security-domain>
</jboss-web>
2. /jboss/server/default/deploy/jmx-console.war/WEB-INF/web.xml e buscamos
<!-- A security constraint that restricts access to the HTML JMX console
to users with the role JBossAdmin. Edit the roles to what you want and
uncomment the WEB-INF/jboss-web.xml/security-domain element to enable
secured access to the HTML JMX console.
<security-constraint>
<web-resource-collection>
<web-resource-name>HtmlAdaptor</web-resource-name>
<description>An example security config that only allows users with the
role JBossAdmin to access the HTML JMX console web application
</description>
<url-pattern>/*</url-pattern>
<http-method>GET</http-method>
<http-method>POST</http-method>
</web-resource-collection>
<auth-constraint>
<role-name>JBossAdmin</role-name>
</auth-constraint>
</security-constraint>
-->
descomentamos tamém
<!-- A security constraint that restricts access to the HTML JMX console
to users with the role JBossAdmin. Edit the roles to what you want and
uncomment the WEB-INF/jboss-web.xml/security-domain element to enable
secured access to the HTML JMX console.
-->
<security-constraint>
<web-resource-collection>
<web-resource-name>HtmlAdaptor</web-resource-name>
<description>An example security config that only allows users with the
role JBossAdmin to access the HTML JMX console web application
</description>
<url-pattern>/*</url-pattern>
<http-method>GET</http-method>
<http-method>POST</http-method>
</web-resource-collection>
<auth-constraint>
<role-name>JBossAdmin</role-name>
</auth-constraint>
</security-constraint>
3. Para definir a senha do usuário 'admin'. /jboss/server/default/conf/props/jmx-console-users.properties
admin=admin
por
admin=nova_senha
Entendimento com Portugal e aversom aos espanhóis no século XVIII
Posted in Portugaliza on April 14th, 2009O seguinte fragmento foi escrito por um viageiro anónimo, de origem francesa, que percorreu a península em 1765, e deixou um manuscrito intitulado Estado político, histórico e moral do Reino de Espanha.

Tirado de: García Mercadas, J. (ed.) (1952-1962), Viajes de extranjeros por España y Portugal. Aguilar de Ediciones, Madrid, volume III, p. 520.
Visto em GalizaLivre
ERC demanda ao Estado Espanhol em Estrasburgo por “opacidade”
Posted in Repressom on April 14th, 2009O deputado de ERC no Congresso, Joan Tardà, apresentará amanhã quarta umha demanda contra o Estado ante o Tribunal Europeio dos Direitos Humanos de Estrasburgo após o Congresso nom admitir a trâmite as suas perguntas sobre a Casa Real nem umha proposiçom nom de lei que reclamava a apresentaçom anual da sua liquidaçom orçamentária.

Em Abril de 2007, Tardà apresentou 100 perguntas sobre a fiscalidade, o usso do património público, ingressos atípicos e competência linguística da Casa Real, entre outras cousas. A proposiçom nom de lei instava ao Governo a apresentar no primeiro trimestre de cada ano a liquidaçom orçamentária de todas as partidas relacionadas com a Casa Real contidas no exercício anterior.
Nenhuma das duas iniciativas foi admitida a trâmite pela Mesa do Congresso com os votos favoráveis de PSOE, PP e CiU, argumentando que a Constituiçom fixa que a pessoa do rei é inviolável e nom está submetida a responsabilidade.
Os republicanos lembraram que dias depois, a Casa Real anunciou o nomeamento dum Interventor Civil.
Posteriormente, Tardà voltou apresentar as mesmas iniciativas mas foram rejeitadas novamente. Umha vez esgotada a via da reconsideraçom ante a Mesa do Congresso, ERC acudiu ao Tribunal Constitucional (TC), que nom admitiu a trâmite o recurso de amparo.
Perante esta situaçom, ERC optou por fazer umha demanda fundamentada na vulneraçom do direito a um processo equitativo previsto no artigo 6 do Convénio Europeio para a protecçom dos Direitos Humanos e das liberdades fundamentais.
Num comunicado, Tardà sinalou que "di pouco da madurez da democracia e muito do primeiro valor republicano de rematar com os privilegios" o facto de que ERC tenha que recorrer aos tribunais da UE para "reclamar que prevaleza a transparência por riba da opacidade", ademáis de ter que "manter um combate permanente" desde 2004 para "enterrar o grande burato preto de tudo o que envolve à Casa Real desde a transiçom".
Estado espanhol impom-nos o seu fuso horário
Posted in Repressom on March 28th, 2009Artigo de Primeira Linha.
Duas vezes por ano, o Estado espanhol marca mudanças importantes nos ritmos biológicos da populaçom galega, acrescentadas à permanente disfunçom horária que nos situa, por razons de Estado, fora do fuso horário próprio. Nesta madrugada toca adiantarmos os relógios umha hora, acrescentada à hora de adianto que a Galiza arrasta todo o ano “por decreto”.
Os interesses económicos do grande capital e a unidade da “indivisível pátria comum” combinam-se no caso galego para um desfasamento permanente que nos afasta do horário solar que nos é próprio, e que partilhamos com a Irlanda, Portugal e as Ilhas Canárias. O reconhecimento dessa realidade objectiva por parte do Estado espanhol seria, supomos, inconveniente para os interesses “comuns”, ao sermos o único território peninsular sob administraçom espanhola que deveria ter hora oficial diferenciada.
Quer dizer, aqueles que dim ser contra as imposiçons identitárias, lingüísticas e do reconhecimento de direitos colectivos, imponhem a ditadura horária em nome da unidade jurídico-política, contra o critério objectivo que marca a hora solar própria da Galiza.
Nom poucos especialistas tenhem assinalado os problemas ocasionados polo desfasamento horário imposto ao nosso país, em forma de desordens psicológicas, depressons, fadigas, violência e acidentes de tránsito, entre outras conseqüências negativas da imposiçom de umha hora “comum” por imperativo espanhol.
Galiza na ocupaçom napoleónica: um Estado independente durante cinco anos
Posted in Autodeterminaçom on March 26th, 2009“Com a ocupaçom napoleónica na península fomos na realidade um Estado independente durante cinco anos”
Trás tantos anos de dominaçom espanhola, poucos galegos e galegas acreditam facilmente numha outra história que tivo o nosso país, essa na que somos o primeiro reino da Europa que se liberta do Império Romano, ou na que somos o primeiro povo que se independiza em todo o continente da ocupaçom napoleónica.
O Atlas histórico da Galiza, elaborado por José Manuel Barbosa Alvares e José Manuel Gonçales Ribeira, pretende subsanar esta eiva na imagem que, como povo, a Galiza tem de si própria. Nesta ocasiom falamos com J. M. Barbosa, que se encargou dos textos do atlas.
Sem qualquer dúvida. A gente do nosso país nom só ignora, mas desconhece totalmente qualquer elemento da memória histórica que nos envolve. Eu sempre digo que os dous piares mais importantes da consciência nacional som dous: a História que nos dá o conhecimento do passado para compreendermos o presente e podermos escolher livremente o nosso futuro; e a língua, elemento nom só identitário mas também elemento que nos da conhecimento da família humana na qual estamos inseridos. Ambos ligam-nos fortemente com muitos países do mundo que históricamente som "galegos".
O desconhecimento desses dous elementos fai com que os galegos estejamos despistados a respeito de nós próprios e que nos seja difícil sair do atoleiro político, cultural, linguístico, económico, social, no que nos mexemos. Sem consciência nom há futuro.
Quem nos nega o auto-reconhecimento sabe bem o que fai.
Se você tiver que escolher alguns acontecimentos históricos especialmente esplendorosos -e também silenciados- do nosso povo, quais seriam?
A importância do Gallaeciense Regnum surgido em 411 como primeiro reino da Europa livre do Império Romano. O primeiro Estado do continente; Salientaria também a identidade galega ou galaica, se quigermos, do Christianorum Regnum medieval que a historiografia castelhanista identifica com Astúrias, Leom ou às vezes Castela e o seu protagonismo no medievo peninsular; O interessantíssimo episódio da uniom com Portugal no século XIV da mão do Rei Fernando I de Portugal e V da Galiza; A ideia de que tanto o Estado Português como o espanhol teem raizes originárias galaicas; O protagonismo do Reino da Galiza durante a ocupaçom napoleónica da península. Fomos na realidade um Estado independente durante cinco anos, com governo, fazenda, com relacionamento com países do exterior como o Reino Unido e fomos o primeiro território nom só da península em vermo-nos livre dos invasores, mas o primeiro da Europa... e ainda há mais eventos mas por enquanto podemos ficar com esses.
Os e as historiadoras mais actuais dos nacionalismos reconhecem a importância que tenhem os mapas para a identidade nacional, já que funcionam como um "logo". Vocês dérom-lhe muita importância a isto no livro. Como evolucionou a "territorialidade" galega?
A evoluçom da territorialidade galega foi a dum país que nasceu com a vocaçom de Império e que foi declinando polos seus próprios conflitos internos. A ideia da península unificada foi antes do que qualquer outra, umha ideia galega. Essa ideia foi aproveitada por Castela que de começo fazia parte do mesmo reino, estava incluída no Gallaeciense Regnum medieval e finalmente foi ela quem unificou a maior parte da mesma sob o nome de Espanha. O apagamento do nome da Galiza da história oficial espanhola explica-se por sermos o elemento político a vencer. Assim, hoje o velho reino de Toledo é denominado de "Castela" a Mancha ou antes "Castela" a nova. Laim Entralgo no seu livro "A que llamamos España" diz que Andaluzia é "Castela" a novíssima... Que diriamos se em vez disso chamassemos à Estremadura "Galiza a Nova"...
Quero salientar que o nosso pensamento está longe de qualquer matiz que tenha a ver com o imperialismo. Consideramos que um imperialismo galego seria tam nefasto e negativo como o é hoje o imperialismo castelhano mas para nos exprimirmos e para que se nos entenda temos que chamar as cousas polo seu nome.
Umha das épocas nas que mais manipuladora foi a historiografia espanhola é, sem dúvida, na medieval. Que papel tinha a Galiza entom?
Cinema em versom original
Posted in Filmes on March 26th, 2009Para os que gostedes da versom original, na Corunha podemos desfrutar dele no "Centro Galego de Artes da Imaxe".

Nom esperedes cinema comercial ou megaproduções de Hollywood, é todo cinema europeio e filmes clásicos; projectam alguns filmes com legendas em castelam e outros em galego :D. O preço é de 1'20€ a entrada geral e 0'60€ com o "Carné Xove", mas tamém há disponíveis abonos de 10 sessões por 9€.
Once
Posted in Filmes on March 22nd, 2009Esta madrugada estivem a ver 'Once', um filme irlandês de 2006; e é que eu sempre ando alguns anos atrás com estas cousas, assim evito ver qualquer porcalhada. O funcionamento é simples, se passado a momento de meter-nos-o-filme-pelos-olhos-a-base-de-marketing nom desapareceu no esquecimento, entom merece a pena vê-lo.
O dito filme é um musical moderno, bastante original a respeito do que tenho visto e no que, a dizer verdade, nom há nengúm aspeito a destacar especialmente mas deixa umha muito boa sensaçom. É um conto de fadas urbano que emociona e do que custa sair após tê-lo visto.
Para quem o queira ver aqui o deixo em emprestimo
http://rapidshare.com/files/74104852/Once.LiMiTED.DVDRip.XviD.part1.rar
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E as legendas em galego e inglês. Eu gosto de ver filmes em inglês com legendas em inglês como apoio, é um bom jeito de fazer ouvido e vocabulário.
Brno está mais longe
Posted in choutos on March 20th, 2009Acouguem, nom é que houbese um movimento de placas tectônicas e a Europa vaia partir. É só que a posibilidade de botar umha tempada na cidade checa é menor.
A semana passada recebim umha oferta para umha vaga de administrador de sistemas em dita cidade e esta segunda feira contactarom comigo para me entrevistar via telefónica, em inglês isso sim. Após a entrevista enviarom-me varios documentos com informações da empresa e de Brno, tudo mui bonitinho e tamém uns formularios para preencher com as minhas experiencias e conhecimentos que tinha que encaminhar de volta.
Em quarta feira devia ter recebido umha resposta mas ainda estou a esperar, nom sei de que me surprendo tendo em conta o meu nível de inglês mas algumha esperança havia. Quando menos serviu para me motivar e practicar o meu inglês e tentar a abordagem à Chequia em próximos meses.
Os novos “supercaciques” provinciais
Posted in Opiniom on March 5th, 2009Censuram que o PP venda como "poupança" a criaçom de "supercaciques" provinciais
O Colectivo de Serviço Público Galego analisa que o "delegado provincial único" agacha um projecto de contrapoder ás deputações que nom poupará dinheiro.
Combater o poder que nas províncias da Corunha e Lugo mantenhem socialistas e nacionalistas a través dos pactos de governo nas respectivas deputações seria o objectivo dumha das medidas estrela avançada pelo PPdeG á volta do 1 de Março. Essa é a avaliaçom realizada pelo Colectivo de Serviço Público Galego (CSPG), desde onde qualificam de enganosa a iniciativa anunciada pelos populares. Unha novidade administrativa que mesmo lhe permitiria a maiores ao novo executivo Feijoo ensombrar por exemplo o poder do sector baltarista em Ourense ás portas do próprio processo de renovação a abrir-se nesta baronia popular. "Supercaciques", é a definiçom que o colectivo cidadão lhe outorga aos cargos que sairám desta iniciativa.
Tal e como o PPdeG presenta o projecto, o actual esquema dum delegado de cada umha das conselharias em cada umha das províncias, até um total de 52 delegados provinciais, pasaria a um cenário de só 5 superdelegados, um por província e outro específico para a cidade de Vigo. Cada um deles asumiria a representaçom do conjunto das conselharias em cada umha destas demarcações. Defendem os populares que se trata dumha iniciativa que será exemplo da austeridade prometida para o Governo durante a recente campanha eleitoral.
Na prática, medida irreal "e populista", analiza o CSPG
"Tentam estabelecer um supercacique provincial que se poida imponher e prevalecer sobre os presidentes das deputações", criticam desde o CSPG, usando para esta nova figura de superdelegados que propom o PP os qualificativos alternativos de "mandarins" ou "virreis provinciais". "É um absurdo", debulha Xan Carlos Ansia, vozeiro deste colectivo cidadão, lembrando que na prática o executivo precisará de igual jeito umha estrutura que asuma as funções de gestóm irrenunciáveis do dia a dia. "Vam passar estes cinco senhores toda a manhã asinando papeis", ironiza Ansia, censurando que o PP venda como poupança a suposta supressom de 47 delegados provinciais quando na realidade existirám figuras similares, ja que, evidentemente os superdelegados "nem podem entender de todo, nem gestionar todo". Aventura por isto que serám cargos parecidos com nomes diferentes e nomeados "a dedo".
"É umha nova figura que parece criada coa intençom de despregar umha espécie de deputaçom paralela", di Xan Carlos Ansia. "Que eliminem as deputações se querem, mas ou sobra umha cousa ou outra", sublinha. Segundo a percepçom que o CSPG tem desta medida, estes novos "supercaciques" assumiriam nas súas mãos um inédito poder "mesmo superior a cada um dos conselheiros" e com ampla margem de manobra a nível provincial e perigo -advirtem- de cair em tentações e práticas "clientelares". "Em cada província, as políticas em matéria industrial, laboral, agrícola ou meioambiental, ficam impedidas e mesmo nom natas, dependendo a planificaçom e efectividade da aquiescência do mandarim", denunciam.
"A figura do virrei provincial nom é do século XX, mas do XIX", apontam-lhe aos populares desde a asociaçom. Agoiram que este novo cargo funcionará como instrumento de "substituçom" dos cidadaõs que tenhem como interlocutor a administraçom por administrados condenados a "suplicar ajuda política".
De paso, o Colectivo de Serviço Público Galego, que reúne nom só a funcionários da administraçom pública mas tamém a cidadaõs doutros sectores sociais, aproveita para oferecer-lhe ao próximo presidente da Junta, Alberto Núñez Feijoo, um resumo de ideias concretas e "realmente efectivas" para que cumpra com a promesa de austeridade. Entre outros, proponhem derrogar o polémico plus económico de altos cargos, reducir o número de asesores, reduzir a propaganda institucional, suprimir "chiringuitos" ou "adelgaçar" as assistências técnicas.
Com a escusa da adicaçom exclusiva vamos gastar o que costariam 5 carros coma o de Touriño
A C.I.G.-Autonómica denúncia a pretensom do Partido Popular de Galiza e das afirmações do seu Presidente, quem publicamente manifesta a súa intençom de obrigar a demitir a todas/os parlamentares que sejam nomeadas/os Conselheiras/os.
Isto, na linguagem coloquial significa, “predicar e dar trigo”, isto é, primeiro dizer umha cousa e depois fazer outra muito diferente. Referimo-nos ao gasto que vai suponher que dimitam os/as Conselheiros/as que sejan deputados/as eleitos.
Se temos em conta o que cobra um deputado ao cabo do ano e o comparamos com o que cobra um Conselheiro vamos-nos topar com duplicidade de salários, já que por umha banda cobrará o novo deputado e pela outra o Conselheiro tamém cobrará o seu, chegando a que em 4 anos imos gastar mais de 2´5 milhões de euros em salários de mais. Com a escusa da adicaçom exclusiva imos gastar o que custariam 5 coches coma o de Touriño por beneficiar a algum cargo mais do P.P., isto é poupar?. Ou outro despacho igual para as reuniões do Conselho da Junta.
Por nom falarmos do engano que trai para a cidadania a demissom forçada dumha série de gente pelo único facto de serem nomeados para um cargo e que a conta disto entrem a cobrar durante quatro anos pessoas que nom foram elegidas pelos cidadãos deste País.
Isto é começar com mal pé, promulgando a austeridade por um lado e dobrando, pelo outro, o gasto en salários. Aguardamos e desejamos que se recapacite desde o Partido Popular e nom se leve a cabo este dispéndio do dinheiro público.
Fontes: vieiros.com, cigadmon.org





