Um galego no Império Pequeno

Além da linha inimiga

May 24th, 2006 at 11:45 am

Convocada concentraçom por Diego Vinha diante do quartel, sábado 27

O C.S. Atreu! da Corunha convoca umha concentraçom o dia 27 de Maio (sábado). 12:00 na rotonda do polígono de Sabóm (Arteixo)

22 de Setembro de 2004: O moço corunhês de 22 anos Diego Vinha Castro morria, em circunstáncias ainda hoje nom aclaradas, no quartel da Guarda Civil de Arteixo.

A verssom policial nom duvidou em qualificar o feito de suicídio mas os féitos monstram a responssabilidade dos Guárdias Civís que actuaram.

O dia 21 de setembro de 2004, o pai de Diego em estado de embriaguez, apressenta denúncia contra o seu filho no quartel da Guárdia Civil de Arteixo por supostos maus tratos, apressentando únicamente um parte de lessons no que constava “nom se objectivam lessons”; à saida de dito lugar é interceptado por umha patrulha da Guárdia Civil de tráfego que lhe detecta umha taxa de alcolémia de 0.73 mgr/l. A pessar de nom ter nengum dado que justifica-se a detençom, os agentes pessoaram-se no domicílio do denunciante procedendo à detençom de Diego.

Já nos calabouços, os medicamentos que necessáriamente tinha que tomar Diego forom-lhe conscientemente negados (na cartéira portava a recéita e a dose que tinha de tomar). Por falha da medicaçom, o estado de ansiedade de diego agravou-se e os Guárdias Civís virom-se obrigados a translada-lo ao centro de saúde de Arteixo incumprindo, novamente, a prescriçom médica de translada-lo a um centro especializado para receber um tratamento adequado.

Conduzido de novo aos calabouços, o estado de Diego agrava-se. Nessas horas agónicas, Diego nom deixou de proferir berros. A pessar disso as câmaras de segurança que os calabouços tinham instaladas permanesciam desligadas no sinal de vídeo. Ao redor das 5 da tarde produce-se um lapso de silêncio e os agentes baixam aos calabouços e atopam ao detido aforcado com os seus próprios pantalons pendurado da parte superior da sua cela. Para alêm, os pantalons com os que supostamente se aforcara forom tirados ao lixo por um Guárdia Civil impossibilitando a sua análise para o esclarescimento dos factos. Assimesmo deixa-se sem explicar por quê é que aparescem vómitos na parede do pasilho fóra da cela.

Ademais de estes féitos, produce-se umha injustificada extenssom do tempo de detençom já que os Guárdias Civís acordaram prolongar o tempo de detençom 24 horas mais (data do juiço rápido) sem que existissem indícios racionais para acordar tam grave medida e sem practicar nengumha diligência de averiguaçom nem actos de instruiçom (o detido já prestara declaraçom, as testemunhas e a vítima já foram citadas, nom se solicitara nengumha medida de afastamento…)

Por todo isto, a Associaçom PreSOS Galiza apressentou umha denúncia na Fiscalia do Tribunal Superior de Justiça da Galiza que vém de ser admitida o dia 6 de Março de 2006. Nela denuncia-se a Carlos Vinha Penha como autor responssável de um delicto de denúncia falsa. Ao Comandante do posto da Guárdia Civil de Arteixo (G00402P), e aos agentes G98967J, W97788Z e 34896949 po-lo delicto de homicídio dolosso. Ao Comandante, aos W97788Z e 34896949, e mais aos agentes Q47830 e T68012Z, po-lo delicto de detençom ilegal. E finalmente ao agente P06799U como autor responssável de um delicto de encubrimento.

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