Archive for March, 2007

Intel desenvolve conexom Wi-Fi com alcance de 100 Km

Posted in Tecnologia on March 30th, 2007

A Intel está focando suas melhorias agora em redes Wi-Fi que iram permitir um alcance de até 100 quilômetros.De acordo com a Intel, a diferença entre a atual tecnologia Wi-Fi Standard e esta nova, som que as antenas usadas som unidirecionais. Som necessárias duas antenas apontando uma para a outra.

Uma outra desvantagem apontada são as interferências provenientes de objetos no caminho desta transmissão, o que já acontece com as atuais conexões Wi-Fi dentro das cidades.

O principal foco da Intel está na área rural, nom só em países desenvolvidos bem como em outros continentes subdesenvolvidos como a África.

Um outro ponto a favor desta conexom à longa distância é o custo das antenas. Enquanto uma antena das atuais conexões Wi-Fi custa entre 16.000 e 20.000 dólares, a Intel disse que usará antenas que vam custar em torno de 750 dólares.

Fonte

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Silêncio escandaloso

Posted in Opiniom on March 29th, 2007

Parece um filme desordenado, com fotogramas de diversas partes da trama a saltar aleatoriamente à tela. Assaltos às cercas de Ceuta e Melilha, tentativa de atentado islamista em Austrália… e agora revolta juvenil na França. Mire-se como se mire, ordenem-se como se ordenem os fotogramas, o que está claro é que as chaves do nosso tempo oponhem às sociedades de consumo ocidentais com as identidades do resto do mundo, especialmente a muçulmana. Pessoalmente nom me parece raro: se reparamos na situaçom global, resulta que o resto dos povos estám a trabalhar para nós, mentres Ocidente acapara todos os gelados e todos os DVD. Às vezes desde os seus países, e entom as empresas europeias e ianques instalam-se em Paquistám e empregam a sua mao de obra e recursos naturais, quase grátis. Às vezes nom se pode exportar a produçom, porque as casas há que construi-las cá, e para limpá-las compre estar dentro, entom som eles que venhem e viram “imigrantes”. Seja como for, o trabalho vai sendo a cada mais cousa de estrangeiros, mentres os europeus nos dedicamos, sei lá, a empresas de marketing ou à funçom pública ou a dirigir empresas. A isso, e a comer gelados, comprar DVD e fazer turismo por esses países encantadores onde vivem os que fabricam a parte boa do mundo. Nom é raro que queimem carros, que queimem todo o que podam.

Um psiquiatra irlandês que trabalhava em USA sostinha que nom havia doença num preto que se sumasse às revoltas de Los Ángeles, muito semelhantes às francesas, por certo. Mas o preto que nom saía à rua a queimar cousas, esse, dizia à polícia, traiam-mo porque sim tem problemas psicológicos graves.

A fim de contas, o estranho é nom reagir quando se é agredido. Ou, como dizia Luther King, “Quando reflitamos sobre o nosso século XX, nom nos parecerám o mais grave as malfeitorias dos malvados, senom o escandoloso silêncio das boas pessoas”. Nom sei se existe umha teoria social e um programa político perfeito para o mundo actual. Mas sim sei que, com ele ou sem ele, o silêncio é escandaloso e a acçom, cerebral ou com as entranhas, de massas ou solitária, segue a ser inexcusável para as boas pessoas.

Ugio Caamanho.
Sexta feira, 11 de Novembro de 2005

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Os SSD xubilarán aos discos duros

Posted in Tecnologia on March 28th, 2007

Os SSD (solid-state drive) jubilarám aos discos rígidos em pouco, pouquismo tempo.

Algumhas semanas depois de que Sandisk anunciara o seu SSD de 32GB a Samsung dá o seu passo á frente da competência lançando o seu solid-state drive de 64GB, possibilitando a leitura a 64MB/s e escritura a 45MB/s, muito por diante dos discos rígidos convencionais que lem a 15MB/s e escrevem a 7MB/s. Agora Super Talent anuncia o seu de 128GB flash e 4GB DIMMs. E já há de mais capacidade!

Super Talent

Um SSD é un dispositivo de armazenamento de dados que emprega tecnologias como a memória flash em vez de discos magnéticos. Preve-se dispor destes dispositivos a preços competitivos em breve.

SSD na Wikipedia.
Fonte original.

Via Agnix.

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Cam a jogar futebol virtual

Posted in Tecnologia on March 27th, 2007

Via Tecnomodo descubro um novo invento chamado Virtual Soccer. O cam parece que está a divertir-se.

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Francisco Sampaio, presidente da Região de Turismo do Alto Minho, afirma-se galego

Posted in Portugaliza on March 27th, 2007

Francisco Sampaio Realizou estas afimações numa entrevista publicada na revista NS o passado sábado 23

PGL-Portugal.- Saiu no passado sábado, na revista NS, revista/suplemento semanal gratuito, do Jornal de Notícias e do Diário de Notícias, um artigo sobre Francisco Sampaio, presidente da Região de Turismo do Alto Minho, intitulado «O Fidalgo do Minho». Até aqui nada seria especial, porque Francisco Sampaio é uma figura mediática, com frequentes aparições em programas de rádio, TV ou artigos de jornais e revistas, de nível nacional e mesmo internacional. Agora, a revelação da sua identidade «galega» é-o. [+...]

Algumas das suas afirmações neste artigo, numa revista que deve ser das de maior tiragem a nível nacional (fruto de ter a sua distribuição associada aos gigantes JN e DN), são excepcionais e até mesmo históricas. Pensamos que é a primeira vez que uma figura pública do norte, que navega entre os mares da política nacional e da cultura, as fez.

Transcrevemos abaixo algumas delas (apresentamos abaixo cópia integral do artigo, em pdf, para descarga):

«Francisco José Torres Sampaio, 70 anos, define-se galego. Para ele, a fronteira norte de Portugal é um acaso político». «Portugal nasceu aqui e é preciso que tenhamos brio nisso». Salientamos que Francisco Sampaio é natural de Braga, mas está há muitos anos ligado a Viana do Castelo, vivendo actualmente em Vila Praia de Âncora. É licenciado em Ciências Históricas pela Universidade do Porto e tem uma pós-graduação em Direcção de Empresas pela Universidade de Navarra.

«Se somarmos os galegos aos três milhões de portugueses do Norte, já somos sete milhões». disse, exemplificando assim as potencialidades do mercado turístico conjunto, do noroeste peninsular.

«Sou galego, do rio Douro para baixo são mouros». Abraça o jornalista, afável, depois da tirada. Quando sabe que ele nasceu em Braga, vindo de Lisboa para o entrevistar, e que o fotógrafo subiu do Porto para o retratar, matiza o discurso e ironiza: «Mouros, são do Cávado para baixo. O Porto ...».

De 'galegos' e 'mouros'

Da leitura, do acima exposto, devemos compreender o sentido que Francisco Sampaio deu às suas afirmações. Podemos notar claramente que Francisco Sampaio as faz num sentido jucoso, brincalhão, tão frequente entre as gentes do norte, provocando o entrevistador. Nada mais.

Mas aqui também devemos explicar o sentido de «galegos» vs «mouros».

Assim, e considerando que estas afirmações dentro do contexto, revelam que Francisco Sampaio se afirma conscientemente como pertencente a uma outra identidade cultural, a dos «galegos», que se contrapõe a uma outra, aos «outros», aos «mouros», isto sem sentido xenófobo ou racista, usando simplesmente esse nome para a identidade de um outro grupo, a que se poderá dar outros nomes, como «lusitanos».

No norte, a definição de «mouros» é usada principalmente como provocação para com o outro grupo, salientado a diferença e uma identidade cultural diferente da destes. No centro/sul, também denominam os do norte como «galegos», sempre sem o referido conteúdo xenófobo, mas sim simplesmente como identificação, desse outro grupo cultural diferente do deles.

Assim, consideramos que Francisco Sampaio brinca com os «mouros», mas não com a sua identidade galega. Afirma-a claramente neste artigo. E é isto que consideramos, simplesmente, como histórico. Será que algo está a mudar nesta beira do Minho?

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