Archive for the 'Repressom' Category

Cada dia menos livres

Posted in Repressom on July 14th, 2008

Ameaçarom e cumprirom as suas ameaças; mas nem tudo esta perdido, sempre podemos cifrar internet ou dar o pulo definitivo a projectos como Freenet.

Fazem o que querem, em parte porque à meirande parte da sociedade nem se interessa pela sua liberdade e os que nos interessamos nom nos mobilizamos como devemos. E nom falo só de baixar filmes da internet, estamos mui cómodos sem fazer nada; "quero mudar o mundo mas conservar o emprego".

Prisom

Ao final que sentido tem luitar por umha cultura livre quando já nada é livre? Nem os mp3.

Mas nem tudo está perdido...

Chuzame! chuzame -

Guarda Civil fora da Galiza

Posted in Loja, Repressom on April 1st, 2008

Ves como nom se precisa carro?

Chuzame! chuzame -

Apoio a Carlos Cela

Posted in Repressom on February 23rd, 2008

Hoje às 18:00 concentraçom na Praça das Conchinhas.

Chuzame! chuzame -

Que te fodam Iolanda

Posted in Repressom on October 17th, 2007

http://www.aduaneirossemfronteiras.org/fechado.php?id=88

Chuzame! chuzame -

Ameaçam com ataques aos interesses de Reganosa

Posted in Ecologia, Economia, Repressom on October 6th, 2007

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Um extenso comunicado, recebido nas redacçons de Vieiros e da Rádio Galega, assume a colocaçom dum artefacto explosivo na paróquia de Mehá, em Mugardos, no passado 24 de Setembro, e enquadra-o na 'luita popular contra Reganosa'. Os autores ou autoras da comunicaçom exponhem as suas razons para opor-se à grande infraestrutura e ameaçam empresas e pessoas ligadas ao negócio energético.O comunicado remata com a legenda 'a Terra é nossa e nom de Reganosa'.

Dizem os supostos autores da sabotagem que 'a terminal de gás liquado nom é umha infraestrutura necessária para a Galiza', e entendem que 'o povo deve de ser consultado sobre as grandes decisons que lhe afectam'.

O mercado da energia.

Numha análise bastante extensa da localizaçom da factoria, o comunicado diz que a empresa é apenas estratégica para o negócio gasista integrado por Fenosa e Endesa, 'baixo a direcçom do governo de Madrid.' Continuam a afirmar que 'a Galiza nom pode ter independência energética real sem umhas bases de regimem energético próprias'. Denunciam aliás que marcha do país mais do 40% da energia produzida, sem compensaçom de nenhum tipo. Boa parte deste gás, continuam, 'será utilizado para produzir electricidade por umha multinacional americana (em referência a Alúmina), que a enviará fora do país.'

Ameaças.

O comunicado remata em tom ameaçante: 'o sucedido é um exemplo doloroso de que diante das razons de estado e das enormes influências dos grandes grupos económicos, as nossas discretas vidas, os nossos alforges carregados de preciosas razons e de emocionadas palavras, valem bem pouco. Eles já falárom, falárom a única linguagem que dominam, a imposiçom, a prepotência e a repressom. Agora toca-nos a nós.'

Ameijeiras repete-se.

No entanto, o delegado do governo espanhol repetiu as palavras de rigor, e adjudicou a acçom de Mugardos aos grupos independentistas que atacárom em meses passados interesses imobiliários na costa.

Chuzame! chuzame -

Militante comunista galego detido na Itália

Posted in Repressom on August 22nd, 2007
Antiga foto policial de António Lago Iglésias

   A coordenaçom e planificaçom da repressom a escala europeia é um facto relativamente novo a trazer em conta no desenvolvimento dos movimentos de emancipaçom nacional e social. A recente detençom na Itália e ingresso em prisom de António Lago Iglésias ‘Guille’ volve colocar no primeiro plano da actualidade esta realidade: o militante galego do organismo anti-repressivo ‘Socorro Rojo Internacional’ era detido por efectivos da Polícia italiana no 10 de Agosto e internado na prisom de máxima segurança de Novara, no norte do Estado italiano.

A detençom produziu-se, segundo SRI, trás umha espectacular operaçom policial em que Lago Iglésias aparece acusado como coordenador da organizaçom armada Grapo a nível europeu. Lembramos que, sob esta mesma acusaçom, o comunista galego cumprira condena de quase 3 anos de cárcere no Estado francês saindo em 2005. Actualmente, encontrava-se confinado em Paris sem poder abandonar a capital francesa devido à ordem internacional de procura e captura decretada polo Estado espanhol, que desrespeita o facto de António Lago nom ter ‘delitos’ pendentes no território estatal. Foi, segundo o SRI, no decurso dumha viagem a Roma do militante galego para visitar a sua companheira e filhos que se produzia a detençom.

Além da condena de quase três anos no Estado francês, António Lago Iglésias cumprira umha outra de 20 anos de prisom no Estado espanhol pola sua militáncia na organizaçom armada espanhola Grapo. A acusaçom que pesa actualmente sobre o militante galego é ser “responsável polas relaçons internacionais dos Grapo com outras organizaçons terroristas” e “ideólogo da reorganizaçom das novas Brigatte Rosse”. Os mass mídia espanhóis apresentárom a detençom de ‘Guille’ junto a outros dous brigadistas italianos como “prova” da citada acusaçom policial.

Activista na solidariedade internacional

As acusaçons contra o militante galego resultam ainda mais surpressivas se trazemos em conta que o Ministério de Interior espanhol declarara em Junho de 2007 que o Grapo ficara “desarticulado e sem militante algum”. Apontar também como dado relevante que Lago Iglésias é muito conhecido na esquerda revolucionária europeia polo seu trabalho de solidariedade internacionalista na Itália, a Turquia, o Curdistám, o Estado francês, Euskal Herria, a Bélgica, a Suíça, a Alemanha, etc.

O organismo anti-repressivo em que actualmente desenvolvia a sua militáncia vem de denunciar num comunicado este “novo acto repressivo contra a nossa organizaçom e a nossa militáncia e também a mascarada que o governo fascista espanhol já terá preparada contra o nosso camarada”. Denuncia ‘Socorro Rojo Internacional’ que sob a tese da Audiência Nacional espanhola de que “Todo é Grapo”, que afecta policial e judicialmente militantes e estruturas que desenvolvem o seu trabalho político na legalidade, “um novo solidário será condenado a prisom durante anos”.

Envio de correio

O organismo anti-repressivo chama a enviar postais e correspondência ao político retaliado polo Estado italiano sob a premisa de que “hoje toca-lhe a ele (...), amanhá pode-nos tocar a qualquer de nós”. O destino penitenciário actual de António Lago Iglésias é o que segue a continuaçom

ANTONIO LAGO IGLESIAS
Carcere de Novara
Via Sforzesca 49
I-2810 NOVARA

ITALIA

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Nom á censura!

Posted in Repressom on July 20th, 2007

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Polícias Nacionais atracam moço independentista em Compostela

Posted in Repressom on April 10th, 2007

Ceivar denúncia mais um caso de abuso das F.S.E. na capital galega contra a mocidade  independentista. Desta volta o abuso de poder dá um salto qualitativo em relaçom aos episódios mais quotidianos a que os agentes das F.S.E. nos tenhem "acostumad@s", já que nos atopamos perante um delito de roubo flagrante, cometido impunemente por polícias nacionais contra um moço.

Segundo o rapaz comunicou a Ceivar na manhá seguinte aos factos, 4 agentes "nacionais" o assaltárom em plena noite no parque de Belvís, aproveitando que é um lugar carente de testemunhas do delito a essas horas. Alumeando-o cumha lanterna no rosto violentamente, perguntárom-lhe o que fazia pola rua com mochila e procedêrom a cacheá-lo arbitrariamente, contra um muro do parque. Polos comentários que os agentes agressores lhe faziam, o moço percebe que o registo arbitrário e sem testemunhas é devido à sua conhecida militáncia política. Polos vistos, a actividade juvenil é acompanhada inexoravelmente por um seguimento policial exaustivo que chega a acabar, como vemos, em violações da segurança da cidadania por parte das forças da "segurança e da ordem pública".

Segundo a denúncia tramitada em dias posteriores polo Organismo Anti-repressivo ao jovem atracado, os agentes ficárom-lhe com perto de 130 €, o telemóvel, as chaves da sua morada, umha agenda e mais diversas pertenças.

Mais informaçom: http://www.ceivar.org

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Ugio e Giana: deslocados agora para a prisom madrilenha de Soto del Real

Posted in Repressom on April 4th, 2007

   Giana Gomes e Ugio Caamanho estám sendo submetid@s a mobilidade prisional ilegal e periódica. Se recentemente se denunciara o seu alonjamento de Caamanho para Puerto I, agora é a transferência de amb@s para a prisom espanhola de Soto del Real. Com motivo da transferência, Giana Gomes foi isolada nesta tarde e será conduzida pola Guarda Civil para Soto nas próximas horas. Desconhecemos a data em que se mobilizará a Ugio Caamanho. O deslocamento argumenta-se na necessidade de amb@s acodir à Audiência Nacional de Espanha para realizar trámites burocráticos referidos ao processo em que se estám imers@s. Esta cita é no 17 de Abril.

À hora de redigirmos esta informaçom nom temos mais notícias sobre se, finalmente, Instituiçons Penitenciárias parará aqui a ‘ruleta russa’ da dispersom, retornará @s pres@s independentistas galeg@s às prisons de que procedem (Brieva e Puerto I), dispersará-@s de novo a outros centros penitenciários ou –o que parece altamente improvável- respeitará e acatará A SUA PRÓPRIA LEGISLAÇOM, transferindo @s pres@s a um cárcere espanhol situado no território da Galiza à menor distáncia possível do lugar de residência d@s militantes. A desinformaçom ao respeito é quase absoluta. Todo indica, no entanto, que a dispersom e o alonjamento vam continuar.

Esta mobilidade permanente e ilegal dificulta seriamente ou impede o desenvolver vários aspectos fulcrais para a vida d@s pres@s independentistas, e afecta, simultaneamente, os seus contornos familiares, amizosos e sócio-políticos d@s militantes, que também se convertem em destinatários directos das medidas punitivas aplicadas polo Executivo de Rodríguez Zapatero.

Problemas para correio e visitas

Assi, a transferência de prisom provoca sérios impedimentos para estabelecer a normalidade nas visitas externas e obriga a refazer multidom de trámites burocráticos, alargando os tempos de regulamentaçom das visitas em cada centro com o que @s pres@s ficam, em muitas ocasions, sem o contacto semanal exterior exigível por lei. Por outra parte, esta situaçom provoca extravios do correio, dado que habitualmente as cartas nom se ‘reenviam’ entre cárceres com o que se pode produzir a sua perda. Por este motivo, chamamos as pessoas que se carteiam com @s pres@s independentistas a suspender o correio nos próximos dias enquanto nom se restabeleza a ‘normalidade’.

A impossibilidade de estabelecer ritmos de vida individuais e ordenados na prisom é umha outra consequência das transferências contínuas: mudam os regimes de vida, tipos de cela, horários, companhias, adaptaçom a novos centros, supressom de direitos em muitas ocasions, novas dificuldades acrescentadas para desenvolver dinámicas de estudo e trabalho, repetiçom de trámites necessários para recuperar efeitos básicos (conseguir um flexo, por exemplo), etc.

Deterioraçom recente das condiçons
de vida do preso Ugio Caamanho

Desde a sua trasferência para Puerto de Santa María I, em Cádiz, as condiçons de vida do preso independentista galego Ugio Caamanho deteriorárom-se notavelmente. Além de acrescentar quilómetros à distáncia a que se encontra do seu lugar de origem –a dia de hoje, a 1003 quilómetros da Galiza-, e colocar sérios entraves à realizaçom das visitas semanais de 40 minutos –os custos da viagem e estáncia alcançam agora como meia os 300 euros cada fim-de-semana-, a situaçom em que se encontra o patriota galego degradou-se de forma significativa.

Assi, segundo as últimas informaçons, e à espera de que aconteza trás a transferência para Soto del Real nas próximas horas ou dias, Caamanho continua submetido a isolamento. As condiçons do ‘burato’ em que encontra preso em Puerto I o incluem um limitadíssimo espaço, insuficiente luz tanto solar como eléctrica, alimentaçom escassa, tempo ridículo de pátio, mínimo mobiliário, dificuldades de todo o tipo para desenvolver estudos –em parte, devidas à carência de luz-, etc. Aliás, está-lhe vetado o contacto com nengum outro preso político de qualquer nacionalidade.

Este tratamento personalizado responde à estratégia de minar física, psíquica e politicamente o preso independentista galego através da alteraçom e deterioraçom contínua do seu regime de vida, a colocaçom de dificuldades para a comunicaçom exterior, etc. Todo um conjunto de práticas ilegais e inumanas que evidenciam a catadura moral dos responsáveis das prisons espanholas do PSOE e do Executivo que os nomeia e que exigem, por parte de todo o contorno social e político d@s pres@s, o reforçamento e extensom dos compromissos solidários. Ceivar anunciará durante as próximas horas e dias as medidas que se podam definir para contestar esta situaçom.


Mais informaçom: http://www.ceivar.org
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Ponte Areas: julgamento político ao antifascismo

Posted in Repressom on November 3rd, 2006

Seis vizinhos e vizinhas de Ponte Areas (Condado) serám julgados no próximo dia 8 de Novembro em Ponte Vedra sob a acusaçom de terem editado um cartaz em que se identificava a anterior presidenta da Cámara Municipal de Ponte Areas, Nava Castro, com a figura do ditador espanhol Francisco Franco.

O julgamento penal decorrerá na Audiência Provincial pontevedresa, segundo informárom em conferência de imprensa os dous advogados da defesa, Marcos Lopes e Gustavo Garcia, que explicárom o inaudito de o juiz ter aceitado o pedido de pena do fiscal contra os membros da Plataforma pola retirada do monumento a Franco. A defesa reivindica o direito à crítica política e denuncia a perseguiçom de direitos fundamentais com um julgamento como esse.

O Local Social Baiuca Vermelha acolheu a conferência de imprensa, em que participárom ex-membros da já desaparecida Plataforma, que no seu dia denunciárom com a ediçom de um cartaz alusivo a Nava Castro a defesa do monumento a Franco por parte da UCPA (partido da extrema-direita local em que se increvem a própria Nava Castro e José Castro, cindidos no seu dia do PP).

Chuzame! chuzame -