Archive for the 'Repressom' Category

Ugio e Giana: deslocados agora para a prisom madrilenha de Soto del Real

Posted in Repressom on April 4th, 2007

   Giana Gomes e Ugio Caamanho estám sendo submetid@s a mobilidade prisional ilegal e periódica. Se recentemente se denunciara o seu alonjamento de Caamanho para Puerto I, agora é a transferência de amb@s para a prisom espanhola de Soto del Real. Com motivo da transferência, Giana Gomes foi isolada nesta tarde e será conduzida pola Guarda Civil para Soto nas próximas horas. Desconhecemos a data em que se mobilizará a Ugio Caamanho. O deslocamento argumenta-se na necessidade de amb@s acodir à Audiência Nacional de Espanha para realizar trámites burocráticos referidos ao processo em que se estám imers@s. Esta cita é no 17 de Abril.

À hora de redigirmos esta informaçom nom temos mais notícias sobre se, finalmente, Instituiçons Penitenciárias parará aqui a ‘ruleta russa’ da dispersom, retornará @s pres@s independentistas galeg@s às prisons de que procedem (Brieva e Puerto I), dispersará-@s de novo a outros centros penitenciários ou –o que parece altamente improvável- respeitará e acatará A SUA PRÓPRIA LEGISLAÇOM, transferindo @s pres@s a um cárcere espanhol situado no território da Galiza à menor distáncia possível do lugar de residência d@s militantes. A desinformaçom ao respeito é quase absoluta. Todo indica, no entanto, que a dispersom e o alonjamento vam continuar.

Esta mobilidade permanente e ilegal dificulta seriamente ou impede o desenvolver vários aspectos fulcrais para a vida d@s pres@s independentistas, e afecta, simultaneamente, os seus contornos familiares, amizosos e sócio-políticos d@s militantes, que também se convertem em destinatários directos das medidas punitivas aplicadas polo Executivo de Rodríguez Zapatero.

Problemas para correio e visitas

Assi, a transferência de prisom provoca sérios impedimentos para estabelecer a normalidade nas visitas externas e obriga a refazer multidom de trámites burocráticos, alargando os tempos de regulamentaçom das visitas em cada centro com o que @s pres@s ficam, em muitas ocasions, sem o contacto semanal exterior exigível por lei. Por outra parte, esta situaçom provoca extravios do correio, dado que habitualmente as cartas nom se ‘reenviam’ entre cárceres com o que se pode produzir a sua perda. Por este motivo, chamamos as pessoas que se carteiam com @s pres@s independentistas a suspender o correio nos próximos dias enquanto nom se restabeleza a ‘normalidade’.

A impossibilidade de estabelecer ritmos de vida individuais e ordenados na prisom é umha outra consequência das transferências contínuas: mudam os regimes de vida, tipos de cela, horários, companhias, adaptaçom a novos centros, supressom de direitos em muitas ocasions, novas dificuldades acrescentadas para desenvolver dinámicas de estudo e trabalho, repetiçom de trámites necessários para recuperar efeitos básicos (conseguir um flexo, por exemplo), etc.

Deterioraçom recente das condiçons
de vida do preso Ugio Caamanho

Desde a sua trasferência para Puerto de Santa María I, em Cádiz, as condiçons de vida do preso independentista galego Ugio Caamanho deteriorárom-se notavelmente. Além de acrescentar quilómetros à distáncia a que se encontra do seu lugar de origem –a dia de hoje, a 1003 quilómetros da Galiza-, e colocar sérios entraves à realizaçom das visitas semanais de 40 minutos –os custos da viagem e estáncia alcançam agora como meia os 300 euros cada fim-de-semana-, a situaçom em que se encontra o patriota galego degradou-se de forma significativa.

Assi, segundo as últimas informaçons, e à espera de que aconteza trás a transferência para Soto del Real nas próximas horas ou dias, Caamanho continua submetido a isolamento. As condiçons do ‘burato’ em que encontra preso em Puerto I o incluem um limitadíssimo espaço, insuficiente luz tanto solar como eléctrica, alimentaçom escassa, tempo ridículo de pátio, mínimo mobiliário, dificuldades de todo o tipo para desenvolver estudos –em parte, devidas à carência de luz-, etc. Aliás, está-lhe vetado o contacto com nengum outro preso político de qualquer nacionalidade.

Este tratamento personalizado responde à estratégia de minar física, psíquica e politicamente o preso independentista galego através da alteraçom e deterioraçom contínua do seu regime de vida, a colocaçom de dificuldades para a comunicaçom exterior, etc. Todo um conjunto de práticas ilegais e inumanas que evidenciam a catadura moral dos responsáveis das prisons espanholas do PSOE e do Executivo que os nomeia e que exigem, por parte de todo o contorno social e político d@s pres@s, o reforçamento e extensom dos compromissos solidários. Ceivar anunciará durante as próximas horas e dias as medidas que se podam definir para contestar esta situaçom.


Mais informaçom: http://www.ceivar.org
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Ponte Areas: julgamento político ao antifascismo

Posted in Repressom on November 3rd, 2006

Seis vizinhos e vizinhas de Ponte Areas (Condado) serám julgados no próximo dia 8 de Novembro em Ponte Vedra sob a acusaçom de terem editado um cartaz em que se identificava a anterior presidenta da Cámara Municipal de Ponte Areas, Nava Castro, com a figura do ditador espanhol Francisco Franco.

O julgamento penal decorrerá na Audiência Provincial pontevedresa, segundo informárom em conferência de imprensa os dous advogados da defesa, Marcos Lopes e Gustavo Garcia, que explicárom o inaudito de o juiz ter aceitado o pedido de pena do fiscal contra os membros da Plataforma pola retirada do monumento a Franco. A defesa reivindica o direito à crítica política e denuncia a perseguiçom de direitos fundamentais com um julgamento como esse.

O Local Social Baiuca Vermelha acolheu a conferência de imprensa, em que participárom ex-membros da já desaparecida Plataforma, que no seu dia denunciárom com a ediçom de um cartaz alusivo a Nava Castro a defesa do monumento a Franco por parte da UCPA (partido da extrema-direita local em que se increvem a própria Nava Castro e José Castro, cindidos no seu dia do PP).

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Primeiro-ministro da Hungria recusa demitir-se após noite violenta

Posted in Repressom on September 20th, 2006

O primeiro-ministro da Hungria, Ferenc Gyurcsany, disse ontem que está disposto a "restabelecer a ordem por todos os meios" e excluiu qualquer hipótese de demissom, depois dos tumultos da noite anterior em Budapeste. Pelo menos 150 pessoas, cem polícias e 50 manifestantes, ficaram feridas, uma das quais em estado grave, nos confrontos da noite de anteontem, os piores na Hungria desde o fim do comunismo em 1989, entre a polícia e manifestantes que exigiam a demissom do primeiro-ministro socialista.

Os protestos foram desencadeados pela difusom pela rádio pública do registo de um discurso de Gyurcsany à porta fechada, durante o qual admitia em Maio que o seu Governo tinha "mentido" para esconder que iria adoptar um plano de austeridade drástica depois de ser reeleito.

Na gravaçom, o primeiro-ministro reconhecia que mentiu durante ano e meio à populaçom sobre a situaçom económica do país, para ganhar as eleições legislativas de Abril. Este Verom, o Governo anunciou medidas de austeridade impopulares - nomeadamente, a subida de impostos e a descida de subsídios - para reduzir o défice público, que atingiu níveis recorde no país, e perspectivar a entrada na zona euro.

Viktor Orban, presidente do principal partido da oposiçom, reclamou já a saída de cena de Gyurcsany, caso o partido socialista perca as eleições locais do próximo dia 1 de Outubro. De acordo com as últimas sondagens, a oposiçom regista 34% das intenções de voto, contra 23% dos socialistas.

Desde a divulgaçom do discurso de Gyurcsany que a oposiçom de direita tem vindo a exigir a demissom do primeiro-ministro, tendo conseguido juntar na segunda-feira cerca de dez mil manifestantes à frente do Parlamento. Segundo a agência noticiosa MTI, a violência eclodiu quando cerca de um milhar de pessoas se dirigiu para o edifício próximo da televisom, incitadas por Laszlo Toroczkai, dirigente de uma organizaçom radical que exigia que a leitura de uma petiçom fosse transmitida em directo pela televisom. A polícia tentou impedir a entrada no edifício, recorrendo a granadas de gás lacrimogéneo e canhons de augua, mas mesmo assim cerca de três dezenas de pessoas conseguiram entrar.

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A bandeira do Orçam poderia ser ilegal

Posted in Repressom on May 25th, 2006

O Concelho da Corunha vai ter de retirar a bandeira espanhola de grandes dimensões que chantou o ex-alcaide Francisco Vázquez no paseio do mar ártabro corunhês ou ponher-lhe ao lado esquerdo umha bandeira galega de iguais dimensões. Resulta que a actual situaçom é ilegal. A Lei de Símbolos de Galiza, no seu artigo 5, dispom que “a bandeira de Galicia utilizarase conxuntamente coa de España en todos os edificios públicos no ámbito territorial da comunidade autónoma e nos actos oficiais que nela se celebren”.

Ao abeiro desta lei, umha pessoa da Corunha, cujo nome nom quere que saia ainda á luz, interpuxo umha demanda no contencioso administrativo que foi admitida a trámite e que, juristas consultados, nom duvidam que tem todas as de ganhar por quanto “a legislaçom é clara e taxativa”.

O Concelho da Corunha, ademais de estar gastando miles de euros cada mes na vigilância da bandeira espanhola, está conculcando a Lei de Símbolos de Galiza pola que debe de reger-se.

Ainda assi, achamos que o actual alcalde, Xavier Losada, nom vai ser quem de rachar coa dinámica imposta pelo seu antecesor e que, coma este com o topónimo, vai desafiar a legalidade, e tratar de encerelhar-se em recursos judiciais que vam em detrimento dos petos dos cidadáns corunheses.

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Nom mais repressom: Tod*s com A Esmorga

Posted in Repressom on May 17th, 2006
O Centro Social d'A Esmorga (Ourense) vem de ser precintado pola polícia local a passada sexta-feira 12 de Maio, por ordem de Aurelio Gómez Villar, concelhal de Comércio da cámara municipal. A razom alegada por esta é o incumplimento das normativas municipais relativas ao espaço físico do local, normativa que nom se aplica a outros locais de ámbito associativo, mas que neste caso é um pretexto para acabar com umha iniciativa sócio-cultural que lhes resulta molesta demais.
As actividades convocadas pol'A Esmorga mantenhem os seus horários, mas vam ser realizadas noutros espaços, mesmo na rua se for preciso.
Aliás, combinaremos amanhá sábado às 18:00 na porta do centro social para começar os actos de protesto, e depois todos os dias às 20:30 no mesmo local para coordenar-nos.
Para qualquer outra informaçom ficam os contactos:
aesmorga@agal-gz.org
acaesmorga@yahoo.com.brPodem fechar-nos com mil candados, mas esquecem que nós somos a chave!
precinto_ou

Isto nom é mais que mais umha tentativa de criminalizaçom do movimento associativo galego. Mas nom devemos ficar calados, temos de mobilizar-nos, manda o teu protesto ao concelho: buzon@ourense.es.

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